quarta-feira, 14 de setembro de 2016

“Na physioclem partilhamos muitas experiências, tendo sempre o paciente no centro do nosso trabalho”





A amizade é algo que se leva muito a sério na physioclem. Algumas nasceram fora das instalações da clínica. Vêm do tempo da faculdade. Pedro Corado, fisioterapeuta em Torres Vedras, fala com orgulho dos amigos que traz e dos que criou, alguns dos quais pacientes.
Foi através do colega, amigo e fisioterapeuta Luís Ramos, de Alcobaça, que soube da existência da physioclem. “Falou-me bem desta casa e disse-me para enviar o currículo”, recorda. Assim, aconteceu e acabou por entrar, depois de reunir com Marco Clemente. “Aqui crescemos muito. Partilhamos muitas experiências, tendo sempre o paciente no centro do nosso trabalho. Podemos sair tarde, mas nunca nos cansamos, porque tudo é feito com amor e dedicação”.
Pedro Corado está sempre bem disposto. Em Sara Carranca, administrativa na physioclem em Torres Vedras, encontra o apoio que precisa. “É extremamente competente. É o nosso anjo da guarda. Já brincamos com ela, dizendo que quando não houver vagas, pode ser ela a fazer os tratamentos. A Sara é a minha apaga fogos, não pode ir de férias”, diz, entre sorrisos.
Já a Jessica, das Caldas da Rainha, que também se desloca a Torres Vedras, diz que é sua mãe na clínica: “Dá-me na cabeça, mas sempre de forma construtiva”. Em Cátia Santos também encontra um ombro amigo e alguém sempre disponível para o ajudar.
Quando há dúvidas, há uma equipa pronta a ajudar. “Partilhamos os casos. Só assim podemos crescer e evoluir. Muitas vezes ligamos ao Marco, que nos dá uma resposta sempre estruturada”. 
Pretende continuar na physioclem. “É o sítio onde me vejo a crescer. A crescer com os melhores profissionais e humanos”.
Pedro Corado gosta de falar, “até demais”. Diz que não consegue estar calado. Isso ajuda-o a criar momentos de grande partilha com os pacientes. “É impossível não haver uma troca de palavras com quem nos procura. Criamos laços de amizade, alguns muito fortes. A nossa maior dádiva é saber que as pessoas gostam de estar perto de nós e que se sentem bem física e psicologicamente”. 
De Carnaval se faz a festa
Nasceu na cidade de Torres Vedras. Só saiu para tirar o curso de Fisioterapia, na Escola Superior de Saúde do Alcoitão. “Esta cidade é o melhor que se pode ter. E depois há o Carnaval que nos deixa felizes durante vários dias”. Já se esqueceu do número de máscaras que usou, relembrando fato de zebra, a vez em que se passou por mulher, de velho… “São dias e noites de grande folia, não há lugar a tristezas. É maravilhoso ver pessoas de todas as idades a participar”.
Foi também nesta cidade que estudou até ir para a faculdade. Desporto também fazia parte da sua rotina. Praticou futebol, futsal, natação e karaté. Chegou a jogar na equipa da terra, no Torreense. 
Habituou-se a frequentar o Hospital porque a mãe, Luísa, é enfermeira. Juntando ao deporto, confessa, chegou facilmente à fisioterapia. Não consegue arranjar qualquer outra explicação. 
Também ponderou seguir as pegadas do pai, António, professor de Matemática. Rapidamente percebeu que não tinha paciência para seguir Gestão ou Engenharia. “Preciso de estar perto de pessoas, de ajudar… A fisioterapia oferece-me isto”.
Apesar de a namorada ser fisioterapeuta, garante que não é um tema que discutam em casa. “Tentamos não levar os problemas para casa, mas há momentos em que sentimos muito as dores dos outros que ouvimos no gabinete. Custa muito ver sofrer”.
O seu maior defeito garante que é preguiça matinal. “O despertador toca três e quatro vezes. Apesar disso, estou sempre bem-disposto. Ainda meio aparvalhado começo a dançar e a cantar e assim começa o dia”.
Sonhos e momentos
Um dos maiores sonhos de Pedro Corado é ter filhos. Viajar, “e muito”, é outra das suas ambições, bem como terminar o curso de Osteopatia. Quer continuar a ser feliz na cidade que o viu nascer e crescer. “Isto é uma aldeia. Conhecemos toda a gente. E depois há o mar e a praia que são fundamentais para o meu equilíbrio”. 
Acompanha, pela physioclem, alguns dos eventos desportivos que decorrem na cidade. “É importante marcarmos presença na comunidade. Uma forma de mostrar o trabalho que a equipa da physioclem desenvolve”.
Pedro Corado leva a vida com um sorriso. A boa disposição é essencial para manter o seu equilíbrio. Nos amigos, encontra sempre uma palavra amiga. Um testemunho chave para quem não prescinde de bons e intensos sentimentos.


Luci Pais

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

“A physioclem ensinou-me a tomar conta de mim, ao explicar-me o que tenho e como posso melhorar”








A vida de Maria de Lurdes Vila Verde, de 55 anos, é mais feliz quando à sua volta todos estão bem. Não se preocupa apenas com os seus. Preocupa-a a humanidade. Tudo o que pode fazer para ajudar o próximo, faz, sem exigir nada em troca. “Não posso ver ninguém doente, nem triste. É instintivo… tenho de ajudar. Por vezes, fico em baixo porque levo para casa os problemas dos outros”, testemunha a funcionária pública.
Até à physioclem trouxeram-na dores mandibulares. Os tratamentos começaram em Torres Vedras, passaram por Alcobaça e, agora, concentram-se na clínica de Caldas da Rainha, mais perto de sua casa. Foi durante uma consulta, no dentista, que foi diagnosticado o problema, aquando da colocação de implantes. Foram-lhe recomendadas sessões de fisioterapia. Um contacto levou Maria de Lurdes Vila Verde até Marco Clemente, conhecido pela sua excelente intervenção nesta área. “Durante algum tempo, fui seguida todas as semanas. Hoje, e graças à physioclem, tenho a boca direita. No entanto, sempre que sinto que as coisas podem voltar, lá vou fazer tratamento. Houve momentos em que senti dificuldades em falar”, explica.
Não são apenas as dores nas mandíbulas que a levam à physioclem. “Tenho fibromialgia, dores na cervical e imensas enxaquecas. Está tudo interligado. Sempre que entre nos gabinetes da physioclem, digo que me vou arrumar. O Marco arranja, eu desarranjo. Pelo menos, uma vez por mês tenho de vir à clínica”, diz, sorrindo.
Confessa que foi na physioclem que tomou não só noção dos problemas que tinha, como das soluções. Com os tratamentos, passou a ter melhor qualidade de vida. Os elogios estendem-se também ao trabalho feito à sua mãe, Maria Elisabete, de 79 anos. “Caiu e partiu a coluna. Passou quatro meses numa cama de colete. Se não fosse a competência do Marco, possivelmente teria ficado numa cadeira de rodas. Hoje faz uma vida normal e está bem”, relembra a funcionaria pública. Todas as pessoas que precisam de cuidados de fisioterapia, encaminho para a physioclem, porque conhece o bom trabalho que desenvolvem.
O Marco é o fisioterapeuta que refere vezes sem conta, dado que a segue desde o primeiro dia: “É um ser humano maravilhoso. O facto de ser fisioterapeuta ajuda-o a estar próximo das pessoas e, assim, ajudar. Não são apenas as suas mãos que fazem milagres, são também as suas palavras e amizade”.
Desde que frequenta a physioclem que a sua vida melhorou, nomeadamente os dias de inverno, nos quais fica mais tensa e as dores aumentam. “A physioclem ensinou-me a tomar conta de mim, ao explicar-me o que tenho e como posso melhorar”.
Elogios que estende à restante equipa. “Se trabalham na physioclem é porque são os melhores. São todos de confiança, por isso não me importo de ser tratada por qualquer um dos profissionais desta casa. Se o Marco os escolheu, é porque são de confiança”. 


Uma vida de amor
Maria de Lurdes Vila Verde é a mais velha de quatro irmãos. Teve uma infância feliz, mas confessa que podia ter sido ainda mais. O facto de ter uma irmã com problemas, 7 anos mais nova, roubou-lhe algum centro das atenções. “Foram momentos muito duros. Ela sofreu muito e exigia muita atenção. Só aos 16 ou 17 anos é que descobriram do que padecia”.
Entretanto nasceram mais dois irmãos. Sempre gostou de cuidar e pouco de estudar: “o que queria era estar na cozinha e preparar tudo para a família”. Tornou-se adulta e responsável ainda era, praticamente, uma criança. Talvez seja também essa a razão pela qual gosta de sentir que todos estão bem à sua volta, sejam conhecidos ou desconhecidos.
Aos 18 anos casa, casa com Gentil Fernando, para sentir liberdade, mas nunca deixou de tomar conta dos irmãos. “Ainda hoje sinto necessidade de dizer à minha mãe que vou sair. Sinto que ainda não cortei o cordão umbilical”. Trabalhou com os pais no armazém de louças até ao dia em que a empresa fechou.
Hoje trabalha na Conservatória de Óbidos. Regressou à escola e terminou os estudos. “O que não gostava em menina, gostei em adulta”. Gostava de ter seguido Direito, mas receou hipotecar o futuro do filho Rodrigo, de 29 anos. Hoje, arrepende-se. Na verdade, nunca é tarde para se concretizarem sonhos…
Maria de Lurdes Vila Verde vê no coração do filho o do Marco. “São dois exemplos de seres humanos que admiro pela beleza que acrescentam ao mundo”.
Outro dos seus sonhos é comprar uma autocaravana e partir pelo mundo. “Já temos uma pequena, mas queremos uma maior. Gostava de viver bem a reforma, junto do meu marido, um bom ser humano”.
Maria de Lurdes Vila Verde tem um coração nobre. Os seus sentimentos estão sempre a ser postos em ação, porque sabe que as palavras de pouco servem se não passarem à pratica…
Luci Pais